quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Rafael e o tamborete

Até um dia desses, o neguinho nem pensava em se levantar. Mas da noite para o dia, literalmente, fui buscar ele no berço de manhã e ele estava lá, de pé, agarrado nas grades de madeira. Foi-se o tempo em que ele lutava para se equilibrar sentado.

Depois disso, e até esta semana, ele ainda brigava para se manter em pé com a ajuda de alguém ou de algum móvel que estivesse por perto. Ele usava a poltrona e a estante para "escalar" e chegar à posição que queria. Nestas tentativas caiu de várias maneiras: sentado, rodando e até de boca no chão acolchoado.

Pois bem. Este pai, querendo ajudar o moleque sem ter que ficar segurando ele o tempo todo (ele fica puto com isso, deve pensar "painho, já sou grande, me solta!"), comprou um banquinho, um tamborete bem baixinho e estável. Assim, Rafael ia poder se levantar mais facilmente e ainda carregar o banco para qualquer lugar.

No entanto, logo que entreguei o presente, pensei. "daqui umas semanas ele vai perceber que pode levar o banco e usá-lo para subir em móveis mais altos, como o sofá e o hack da TV".

Rá!, umas semanas? O menino descobriu isso no primeiro dia! Ainda não conseguiu chegar até em cima do sofá, mas já está com a ação toda planejada. Afasta o banco até perto do sofá, sobe em cima do tamborete mas, ainda, não conseguia ficar de pé em cima do apoio. Ficava de joelhos intrigado sobre como dará o próximo passo.

Ficava, porque esta manhã, três dias depois de ganhar o tamborete, o neguinho já fica em pé em cima do troço e já  "cisca com o pé no sofá". Já vi que terei que tomar cuidados em dobro, daqui por diante.


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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Dicas para uma mãe (e pai) feliz

Lendo a revista Crescer, uma das novas leituras incorporadas à minha vida depois da chegada de Rafael, achei uma indicação do livro O Livro do Bebê Feliz - 50 coisas que toda mamãe deveria saber.

A revista já antecipa os 10 Mandamentos da Maternidade, e eu completo dizendo que eles também valem para os pais. Os parênteses são comentários meus, que tomei a liberdade de incluir no texto original.

1- Renunciarás a uma casa limpa (isso vale para filhos adolescentes também)
2- Possivelmente, nunca mais terás uma conversa sem ser interrompido (nem escreverás um texto...)
3- Aprenderás a fazer compras às pressas (e praticamente todos os dias)
4- Não cobiçarás a vida social da próxima (o que é isso, mesmo?)
5- Agora deverás realmente honrar tua mãe e teu pai (afinal, é com eles que tu podes contar)
6- Não terás todas as respostas (ou pior, terás respostas demais...)
7- Não mais precisarás de um relógio com alarme (o problema é que não podes escolher o horário)
8- Deverás fazer cinco tentativas frustradas até conseguir sair de casa (ou mais...)
9- Perguntarás a ti mesmo o que fazias com o teu tempo (os dias parecem ter mais de 24 horas durante o dia e menos durante a noite)
10- Saberás que tudo isso vale a pena (e vale mesmo!)

sábado, 14 de novembro de 2009

Fotos dos 5 aos 7 meses


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sábado, 24 de outubro de 2009

Saindo só com Rafael

É duro ficar com o moleque só em casa. Da última vez só percebi isso quando quis sair e levar Rafael comigo. Depois de trocar fraldas, dar banho e arrumar a bolsa dele, comecei a me arrumar para sair.

Mas quem disse que eu podia ficar longe dos olhos dele? Ele percebe que tem alguma coisa acontecendo e chora. Porque minutos antes Rafael estava sozinho no colchãozinho no chão e sem reclamar. Resultado, resolvi sair sem tomar banho nem nada.

Beleza, vamos embora, mas aí tem que levar minha mochila, para poder tomar banho depois, a mochila de Rafael, o Canguru, e o bebê conforto, além de mais uma bolsa com fraldas descartáveis e brinquedos e o próprio Rafael no braço. Me amarrei e vesti com tudo e fomos embora.

Desço as escadas, chego no carro. Malabarismo para tirar as chaves do bolso com tudo pendurado, inclusive Rafael e consegui. Abri a porta, botei o bebê conforto no chão, Rafael no banco de trás e segurei ele com o pé para poder soltar as outras coisas de mim.

Sucesso, consegui me desarmar e prender o bebê conforto no cinto do carro, mas quando vou botar o menino dentro, ele golfa.

Aí lascou tudo. Cadê a fralda de limpeza? Procuro numa bolsa, em outra, e o golfo escorrendo...

E nada de fralda, vai com lencinhos umidecidos(?) mesmo. Bem, melado ele não ficou. Mas também não ficou seco.

Enfim, consegui limpar, arrumar e prender o menino no bebê conforto. E isso só demorou uns 40 minutos...


*Este episódio aconteceu há uns dois meses, mas só agora consegui tempo de postá-lo. Tenho mais algumas histórias para contar que virão para cá em breve.

domingo, 2 de agosto de 2009

Com quatro meses, Rafael

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Ah! Esta foto foi batida pela tia postiça Lívia Karol!

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Casa com bebê e suas rotinas

Desde que Rafael nasceu que a programação na casa mudou muito. A mãe não faz outra coisa que não seja cuidar ou preparar algum cuidado para ele. Já com três meses, oneguinho tem suas próprias rotinas. Acorda, brinca, sente fome, mama e vai dormir. Sempre com um choro de brabeza antes de dormir. Disso ele não gosta.

Eu e a mãe dele tivemos que adaptar nossas dinâmicas para poder ajudá-lo, mas também para aproveitá-lo da melhor forma. No meu trabalho fico sempre entre 8 e 10 horas por dia, restam poucas horas para fazer quaisquer outras coisas que não sejam no trabalho.

Por conta disso, todos os minutos que eu consigo de Rafael acordado, eu tento gastar com ele, ou próximo a ele. "Não fica com esse menino no braço para não acostumar mal", ralha a mãe comigo. Mas eu tenho que aproveitar.

Tudo bem, sei que não posso ficar desfazendo o que Tatyana faz durante todo o dia, mas afinal, com tão pouco tempo para ficar com o neguinho, até ela concorda que eu tenho certos direitos. Ainda bem. Porque já tem menino demais no mundo sem pai, ou mesmo um que preste. Rafael tem pai e dos bons!

Claro que por conta disso meus amigos reclamam. Não saio mais, não me encontro mais com o pessoal e até no treino fiquei três meses sem aparecer. Mas não estou me queixando, não. Nem foi só para fazer companhia à mãe. Foi tudo por um bom motivo: ficar com Rafael um pouco mais.

Me encontro com ele de manhã, ele acorda antes de mim, tomo café brincando com ele e saio. Na hora do almoço, quando está acordado é por pouco tempo. Quando chego à noite, tanto Rafael quanto a mãe já estão dormindo. Encontro com ele, só um pouco, por volta da meia noite, quando acorda para mamar.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

A primeira lambança do Neguinho


Quem tem filhos já sabe. Cedo ou tarde eles irão fazer uma super lambança de cocô.
Eu sabia que Rafael ainda ia nos presentear com uma mega sujeira, mas não imaginava que fosse acontecer tão rápido.
Madrugada passada, quase perto de amanhecer o dia, ouvimos do nosso quarto a reclamação típica de Rafael. Parece um choro, mas é um pouco mais suave.
Era a vez de Maurício niná-lo e como todo bom pai, esqueceu de olhar a fralda.
Resultado: Rafael estava sujo de cocô quase até o pescoço!
Pensamos em dar um bom banho nele, mas o neguinho teve uma pequena febre semana passada e não quisemos arriscar uma recaída. O jeito foi improvisar.
Enquanto Mau segurava o neguinho pendurado pela titela, eu o limpava com uma fralda molhada em água morna, só pra "tirar o grosso".
Rafael achava tudo muito interessante e divertido, e de bônus nos deu um super xixi, que terminou de sujar o que ainda estava limpo.

* Essa é a cara que ele faz quando está desconfiado