Antes de Rafael nascer, uma das grandes discussões que eu tinha com Maurício era a respeito do uso de luvinhas em Rafael. Mau sempre dizia que nós não morávamos no Pólo Sul, e portanto não haveria motivo pra usar luvas em pleno calor de João Pessoa. A princípio eu concordei, afinal de contas Rafael iria nascer num dos picos de temperatura e realmente as luvas poderiam ser um item totalmente supérfulo, e porque não dizer, desnecessário e desconfortável.
Mas eis que Rafael nasceu e por ter passado um pouco do prazo, suas unhas já vieram compridas. Um incidente ocorrido com minha afilhada há alguns anos criou em mim um trauma envolvendo unhas de bebês. Então resolvemos colocar as luvas enquanto as unhas do Neguinho não fossem cortadas.
Com ajuda da vovó Cristina e do papai Mau, o problema da unha foi resolvido. Mas aí surgiram outros.
Rafael quando se estressa com algo - que pode ser cólica, sono, fome, ou mesmo manha - tem por hábito querer arrancar os próprios cabelos, a orelha e as bochechas, isso quando não enfia os dedos dentro dos seus olhos.
Portanto, temporariamente Rafael continuará usando luvinhas, ou até ele aprender que o cabelo que ele puxa com tanta força, é o seu próprio.
sábado, 18 de abril de 2009
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2 comentários:
Serei leitora assídua!!!
Muito interessante o blog...Sou pai e avô coruja e acho que os bebês merecem todo amor do mundo!!!Eu só não sabia que Mauricio e Taty Valéria eram casados.Não conheço nenhum dos dois mas os admiro...Felicidades para os três...
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